sábado, 24/10/2026

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Mãe relata incidente em creche após filho de 2 anos ser encontrado com hematoma no rosto no litoral paulista

Uma situação preocupante envolvendo a segurança de crianças em uma creche municipal de Praia Grande, no litoral paulista, vem chamando a atenção da comunidade. Uma mãe relatou que seu filho de dois anos retornou…

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Uma situação preocupante envolvendo a segurança de crianças em uma creche municipal de Praia Grande, no litoral paulista, vem chamando a atenção da comunidade. Uma mãe relatou que seu filho de dois anos retornou para casa com um hematoma roxo no rosto, despertando sua preocupação e indignação. O incidente ocorreu na terça-feira (20), e, segundo a mãe, ela foi informada sobre o machucado cerca de uma hora após deixar a criança na instituição.

A comunicação foi feita por mensagem no WhatsApp, onde a equipe da escola indicou que o menino já chegara ao local com o hematoma. A mãe, no entanto, contesta essa versão e afirma que seu filho estava com o rosto limpo ao ser deixado na creche. “Pedi para que verificassem as câmeras, pois meu filho não estava machucado. A partir daí, acionaram a Secretaria de Educação”, explicou.

A prefeitura de Praia Grande, por meio da Secretaria de Educação, confirmou que está apurando o caso e reiterou seu compromisso com a segurança e bem-estar dos alunos. Contudo, a mãe se mostrou insatisfeita com a falta de informações sobre o que realmente aconteceu com seu filho e expressou sua preocupação com a possibilidade de outras crianças estarem em risco caso a funcionária em questão seja transferida para outra unidade.

Vale destacar que este não é um caso isolado. A mãe mencionou que, nos últimos seis meses, seu filho já voltou para casa com marcas de mordidas, e a escola sempre atribuiu esses machucados a quedas ou brigas entre crianças. Contudo, durante uma reunião recente com a Secretaria de Educação, ela ficou sabendo que não havia registros dessas ocorrências no caderno da escola. “Disseram que vão investigar o desaparecimento dos registros e as imagens da cuidadora”, contou.

A situação se torna ainda mais alarmante com a observação da mãe de que o menino passou a chorar na porta da sala e a resistir em entrar na classe. “Suspeito que a funcionária afastada tenha feito algo com ele, pois negaram que ele tivesse chorado. Preciso saber a verdade”, desabafou a mãe, que já registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal no 1º Distrito Policial de Praia Grande.

A comunidade aguarda um posicionamento da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo sobre o caso, enquanto a mãe luta por respostas e pela segurança do seu filho e de outras crianças que frequentam a creche.